"Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam aos que sonham apenas à noite. (Edgar Allan Poe)"

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Sou um simples amante das artes literatura, musico admiro toda forma de Artes Obscuras, Gótico, admiro toda forma de arte obscura como, poesias, romantismo, literatura obscura, musica, Dark, metal, Punk, Rock, gótico, tambem apaixonado pela arquitetura e sub cultura gótica, sou formado em : Bacharel em Teologia, Mestrado em Filosofia, Doutorado em Ciencias Das Religião, Escritor, Poeta, Musico , Desenhista, Versado em Latim, Ocultista Esotérico, Teósofo

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Poema - Seu Desprezo - Autoria - Medieval Epicus®




O sol insiste em não raiar...
Meus pensamentos divagam, em ti.
Ah! como é dolorido te amar,
Algo que nunca senti...

Pensamentos , que parecem um sonho.
Teu olhar distante, sem teu amor...
Isso deixa-me cada dia mais tristonho.
Nada se compara a essa dor!

Deito, sonho, acordo e penso...
O tempo todo somente em você
Um amor grande e  intenso.
Tento suportar e crescer.

Porque amor meu insiste,
Em desprezar o que sinto por ti.
É como se para você eu não existisse.
Ah! Maldita a hora que lhe conheci!

Já não sei quem sou...
Apenas vivo para em ti, pensar!
Perdido não sei aonde vou,
Enfim! porque fui te amar?

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sábado, 24 de dezembro de 2011

Poema - Ilusão - Repudio ao Natal e sua Hipocrisia



Quão vãos são os pensamentos humanos.
Me pergunto então o que esta Gente comemora?
Quanta hipocrisia e falsidade a anos!
Olho para ruas e vejo: Pessoas vazias por horas;

São mais vazio que um corpo sem alma!
Os ruídos, o barulho a bebedeira,
Tudo isto tira-me a calma,
Observando vejo quanta asneira.

Hipócritas! Se odeiam mas neste dia se abracam.
Todos tentado encobrir sua infelicidade,
Mentirosos ocultando o cansaço,
Falsidade maldita escondam sua Banalidade.

Luzes piscam pessoas nas portas.
Olhares vagos roupas belas.
Pessoas que estão mortas,
Estúpidos!malditas feras.

Hoje comemoram sua estupidez,
Se enganam com uma festa paga inútil.
Escondem-se de sua maldição na insensatez,
A mascaar insiste em não cair, que vida fútil!

Risos, Abraços, Beijos , Presentes...
Falsos, Malditos, Hipócritas, Desmentis...
Luzes, Fogos, Glutonaria, Bebedeira...
Dor, Angustia, Loucura, falsidade insistente.

Maldito natal enganoso,
Ser humano Falso e morto.
Maldito ser humano mentiroso,
Com sua hipocrisia deixa tudo torto.

Feliz natal falso  maldito.
Finjam para si, tudo vem do ego.
Assim vocês vermes mostram o que tenho dito.
Que toda falsidade e hipocreais os tomaram cegos,

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Poema - Amargura - Autoria Medieval Epicus®

Amargura!




Amargura que destrói meu coração!
Vida inútil, existência vil,
Em vão procuro a razão,
Para viver neste mundo hostil.

Minha alma tão cansada.
Minhas força acabaram.grito por ajuda!
Aos poucos vou desfalecendo.
A cada dia sinto que estou morrendo.

A dor que consome meu ser!
O amor que em vão espero,
Já cego estou, não consigo ver.
Uma terrível existência, que não mais quero.

Vago em meus sonhos, procurando amor!
Somente em meus devaneios encontro a paz.
Dormindo eternamente acabaria minha dor
porque neste mundo nada mais me satisfaz.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Poema - O Fim - Autoria - Medieval Epicus®


O Fim se aproxima,
Vagando eu perdido;
Afogado em treva, olho acima,
Como se nada tivesse vivido!

Coração Sangrando. Eu Caminho,
As lagrimas insistem em escorrer
Minha Alma embriagada com vinho
Por saber que é chegada a ora de morrer

O corpo cansado clama...
Uma alma morta que chora,
Um Grito! Basta: ninguém me ama.
Então venha oh morte! é chegada a hora.

cansado em sem respirar,
Cenas passam em minha mente.
A hora é chegada não quero lutar!
Olhando vejo-me um inutil demente.

A ultima esperança do meu ego..
Deito-me e entrego-me ao fim sem amor.
Aos poucos, perdendo os sentidos me entrego.
Ao Fim! que liberta-me desta dor.

Apenas agora um corpo...
Nenhuma lagrima foi derramada,
Somente olhares, Esta morto!
O fim de um monstro nunca amado.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Poema - Fogueiras Acesas - Autoria medieval Epicus®

 Poema - Fogueiras Acesas


Fogueiras acesas, gritos no ar,
Pessoas queimando, e gemendo.
Humanos que apenas queriam cantar;
Cançoes e sussuros tremendos...

Não crer na cruz era heresia!
atirado as fogueiras. Todas feiticeiras,
o algoz inquisidor condenou. magia!
em nome de Deus, que covardia.

Maldito santo padre ordenou,
Queime os hereges e bruxas e magos,
Acabem com todos. deus já os condenou!
As labaredas faziam os malditos  afagos.

E os infames, eram queimado vivos.
A turba elonquecida gritava morte!
Todos estavam felizes e altivos.
Enquanto os bruxos, eram entregue a propria sorte.

Em nome da cruz e da fé cega e inútil.
Quem não acreitava na santa igreja,
Não passava de um herege fútil...
você herege hoje então veja.

Este é o destino de qualquer infiel,
Que  pensa diferente, será como Sodoma.
Queimarão eternamente e sentirão o fel,
Castigo por blasfemarem, contra santa roma.

Apenas um grito ecou das fogo!
Maldito seja o papa e o povo.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Poema - Tempo - Autoria de Medieval Epicus®

Poema - Tempo - Autoria de Medieval Epicus®

Tempo! algo que se perde,
As Vezes Se esquece.
O tempo destrói Sonhos...
Deixa-nos tristonhos.

Tempo! Caminhando Forte.
Apressado de encontro a morte.
O tempo devagar nos cansa,
tira-nos a paz e esperança.

Tempo! todos iludidos ao nada,
Com a alma morta e cansada,
O Tempo que envelhece...
Muitas Vezes nos esquecê.

Tempo!Par que sua importância?
Um dia, fui criança,
O tempo que fez-me envelhecer,
Para enfim morrer...
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